Cobrança no MCP
Cobrança no servidor MCP
Uma ferramenta cobra; três não
De quatro ferramentas, só autoconsulta_run_product gasta dinheiro. Listar o catálogo,
detalhar uma consulta e ler um resultado são leitura e nunca cobram.
Isso não é uma promessa de comportamento do modelo: autoconsulta_check_result não tem
caminho de cobrança nenhum. Não é improvável que cobre — é impossível.
O saldo da carteira é o limite
Não há cota, franquia nem teto além dele. O que você tem em saldo é o que você pode consultar.
Se o cliente MCP repetir a chamada
Consultas repetidas dentro de uma janela curta não geram nova cobrança: a segunda devolve o resultado da primeira.
E é por isso que existe uma ferramenta separada para ler
Essa proteção vale dentro da janela. Fora dela, a mesma chamada é uma consulta nova e cobra — e um modelo não tem relógio para saber de que lado da janela está.
Por isso o caminho certo para acompanhar uma consulta é autoconsulta_check_result, com o
consultation_id. É a ferramenta que não pode cobrar, e é ela que a resposta manda usar.
Entrada incompleta não cobra
Se faltarem campos obrigatórios, a chamada é recusada antes de qualquer cobrança. O modelo recebe de volta o que faltou e pede a você.
É também por isso que o modelo deve chamar autoconsulta_describe_product antes: é lá que está a lista
do que é obrigatório.
Consultas compostas ainda não rodam por aqui
Algumas consultas — as que compõem várias em um único produto — ainda não são executáveis pelo
servidor MCP, mesmo aparecendo no seu catálogo. O autoconsulta_describe_product informa isso num
campo próprio, antes de o modelo pedir os seus dados.
Elas continuam disponíveis pela API e pelo painel, normalmente.
Onde conferir o que foi gasto
O saldo e o extrato ficam no painel, como sempre. Toda consulta feita por aqui aparece no seu histórico igual às demais — o MCP muda a porta de entrada, não o registro.
Pela API, GET /balance responde o saldo atual e não cobra.